sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Ciência e espiritualidade: a partícula de Deus

A Partícula de Deus é uma partícula subatômica, fundamental, sendo uma das chaves para entendermos a constituição do Universo e como ele se forma. Ela é apelidada de Bóson de Higgs, nome do professor Peter Higgs, físico teórico britânico e professor da Universidade de Edimburgo na Escócia. 
Higgs foi o principal líder da pesquisa que a propôs em 1964. E ela foi finalmente obtida através do experimento que levou quase cinquenta anos para ser feito e mais de 10 bilhões de dólares, no Grande Acelerador e Colisor de Partículas, no CERN – Centro Europeu de Pesquisas Nucleares, na Fronteira entre a França e Suíça.
Originalmente essa partícula foi chamada de partícula de Higgs ou Bóson de Higgs, por tratar-se de uma variante dos bósons, já conhecidos, ela foi assim chamada pelo internacionalmente famoso, físico brasileiro, Marcelo Gleiser na publicação de um de seus livros em inglês, com o título “The Goddamm Particle”...a “Bendita ou maldita...ou danada...segundo o ponto de vista do tradutor”. 
A partir de então, buscando maior elegância combinada com a brincadeira do título do livro, ela acabou virando a “Partícula de Deus”, pois de fato, ela está ligada a Gênese do Universo e fortemente ao Big Bang.
A Teoria foi proposta para poder explicar como as partículas ganhavam massa, formando a matéria diferenciada, ou seja, as coisas da forma como as vemos, cada qual diferente da outra, por exemplo: como diferentes átomos se formariam, gerando por associação, diferentes moléculas e assim por diante.
A solução do hiato: a falta daquele algo que ligasse os pontos pareceu ser solucionada quando o Professor Higgs propôs a teoria do “Campo” com o qual as partículas interagem. As que não interagem com o campo de Higgs, permaneceriam na forma de fótons viajando pelo universo como uma unidade básica da Luz.
Definitivamente, podemos dizer que a Partícula de Deus está entre dois mundos, entre o campo da energia e da matéria, mas ainda sem massa. Ela é o estágio anterior ao da diferenciação na matéria; ela não é somente energia, tampouco é matéria.

Esse mesmo campo de energia que a física moderna hoje considera totalmente real, é o que gera a ENERGIA DE PONTO ZERO, para ser usada livremente no lugar dos combustíveis fósseis como petróleo, sendo uma fonte inesgotável e incomensurável, não poluente e literalmente abundante.
Esse Campo de Energia Vril, atualmente conhecido como Campo de Higgs, é o que faz o Bóson de Higgs, aquela partícula fundamental, ainda sem massa, sair do campo do invisível e tornar-se visível, ou melhor, mensurável por diferenciar-se ganhando massa.
Os místicos antigos e posteriormente os alquimistas, chamavam a isso de Éter ou o “Nada”. 
No início “o nada” existia, então surgiu a Luz - os fótons do campo de Higgs ou Vril...da Luz veio o verbo....o verbo dá a frequência para a diferenciação...o comando frequencial para que a matéria seja formada....nesse momento do verbo, o Campo de Energia sofre uma instabilidade, e a partícula de Deus aparece...e rapidamente se faz “carne”...diferenciando-se na matéria.
O que é interessante mencionar é que a tal partícula de deus é fruto de uma simetria, de um espelhamento de “imagem e semelhança” com o que ela encontrou no Campo onde se diferenciou e separou do resto da porção de pura energia...aparecendo neste mundo...manifestando-se.
O que para os místicos é chamado de Deus, para os físicos é chamado de “Campo de Energia”, ou até “Energia Escura”, para outros.
Antigamente achava-se que o universo era vazio, e agora sabemos que, o Universo é preenchido com Energia Invisível, por hora indetectável, mas que nela, existem quantidades pequenas de matéria escura, detectada apenas recentemente por equipamentos e tecnologias mais modernas, mas essa matéria escura não é perceptível ao olho nú.
É nesse campo que está a tal “partícula de Deus” - ela precisa se “acender”...iluminar-se para gerar matéria...ganhando massa e diferenciando-se em novas estruturas...mas o mais interessante é que o Universo precisa da Energia feminina para se formar, portanto Deus deve ser uma Energia Femenina e não masculina. E isso entra em concordância com os antigos povos pagãos que glorificavam a deusa e não o D’us( us = nós em inglês). 

Interessantemente, a tradução do termo Elohim na Torá e Bíblia é “Nós”...portanto estamos falando de um deus energia feminina e um deus energia masculina ao mesmo tempo.
Para os místicos o Universo foi formado pela energia feminina, no misticismo judaico é chamado de Rainha Shekiná – A Presença Divina. O mesmo para o Hinduísmo e os povos pagãos da Europa. Para os monges tibetanos, a origem do Universo se deu com uma explosão de luz, provocada por um som feminino, o som de um sistema de sinos chamados Ting-Shás - a expansão para a formação da bolha é dado pelo som de um sino de toca um tom também feminino, chamado Ganta e a sua concretização, pelo aparecimento no mundo das ilusões, na forma visível, é dado por um som masculino, uma frequência gerada pelo vaso tibetano.
Interessantemente, tudo isso está de acordo com a mais recentes teorias da física de partículas e teoria quântica.
A Partícula de Deus e o Campo de Higgs trás de volta a coerência dos antigos místicos, desmistificando o que se acreditava ser apenas “mitologia” e mostrando que, o Universo se originou de uma grande explosão...A LUZ...que entrou em contato com o CAMPO de Energia....que através do verbo...se fez carne.
O maior benefício obtido com este conhecimento e comprovação científica, é a quebra dos Dogmas e da separação entre a ciência e o místico. Os antigos como os egípcios, não separavam ciência do espiritual.
Pouco a pouco estamos redescobrindo que a ciência - entendida como Mente e Matéria - não pode chegar lugar algum sem o Espírito - que é pura Energia.
O ponto de equilíbrio surgirá quando estes dois parâmetros forem completamente fundidos e a partir desse momento, estaremos vivendo em um mundo muito melhor.

Do livro: O Sol Negro

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