segunda-feira, 29 de agosto de 2016

Você tem que ser o seu próprio mestre.


O orador não é de todo importante; o que é importante é que você descubra essas coisas por você mesmo, para que seja um ser humano livre e não de segunda-mão. Você tem que olhar para descobrir, descobrir se é ou não é possível para a mente ficar completa e totalmente livre dessa violência, orgulho e arrogância, e assim se deparar com um estado completamente diferente. E para descobrir, você tem que olhar muito intimamente e descobrir por si mesmo; então isso é seu, não de outra pessoa, não algo que lhe disseram, pois não há nenhum mestre e nenhum seguidor.

 Infelizmente a palavra “guru” tem sido recentemente difundida neste país; a palavra em sânscrito significa “aquele que aponta”, como uma placa na beira da estrada. No entanto, você não adora essa placa, não pendura guirlandas em torno dela, nem a segue e realiza todas as misteriosas ordens que um guru supostamente dá; ele é somente uma placa de sinalização na beira da estrada, você a lê e passa por ela.

Portanto você tem que ser o seu próprio mestre e seu próprio discípulo, e lá fora não existe nenhum instrutor, nenhum salvador, nenhum mestre; você mesmo tem que mudar, e por isso tem que aprender a observar para se conhecer. Este aprendizado sobre si mesmo é um assunto fascinante e alegre.…




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